Quem criou a IBM ?

O responsavel foi Herman Hollerith, que criou a máquina de ler cartões perfurados a fim de facilitar o censo que demorava cerca de 7 anos e que graças a sua maquina passou a ser feito em 2 anos e meio.
O que a máquina fazia era o processamento de dados coletados pelos pesquisadores.
Depois Hollerith fundou uma empresa para produzir seu Processador de dados operado por cartões.
Com grande utilidade em Analise de custos, estatística, inventários e muito mais utilidades a empresa prosperou e hoje todos nós a conhecemos.

About these ads

8 comentários sobre “Quem criou a IBM ?

  1. Segundo Edwin Black, no Livro “IBM e o Holocausto”, a história é um pouco diferente. Resumidamente, é o seguinte:
    No final do século XIX Herman Hollerith criou a máquina tabuladora de cartões perfurados e alugou várias unidades para os governos dos Estados Unidos, Alemanha, Itália, Russia, entre outros. Ainda na casa dos vinte anos, ficou milionário, até que a sucessão da presidência do Census Bureou dos Estados Unidos encontrou diversos problemas nos contratos, e como seu maior cliente, acabou causando o maior prejuízo.
    Desesperado, Hollerith decidiu vender sua tecnologia. Por meio de licenciamento, deu parte para uma empresa Alemã, a Dehomag, cujo dono era Willy Heidinger. Também, vendeu a empresa que fabricava suas máquinas, Tabulating Machine Company ao famoso Charles Flint, que anos antes havia patenteado a tecnologia usada pelos irmãos Wright nos aviões, e lucrava muito com a Guerra – inclusive, interviu até no Brasil ajudando oficiais a abafar uma revolta da Marinha, e também vendeu armas para Peru e Chile.
    Charles Flint comprou a Tabulating Machine Company por U$1,21 milhão, mais um contrato de dez anos de consultoria, a U$20.000 por ano – quantia enorme para a época. Numa fusão entre outras empresas, com a empresa de Hollerith sendo a maior, Flint criou a CTR (Computing-Tabulating-Recording Company).
    Após a concretização da venda do negócio de Hollerith para Flint, a história começa a esquentar. Do livro: “Hollerith se dispusera a ganhar milhões, mas em seus próprios termos. Flint também queria milhões – em quaisquer condições. Além disso, Flint pretendia que o timão da CTR fosse capitaneado por um homem de negócios, não por um tecnocrata. Para tal mister, escolheu um dos canalhas emergentes da América corporativa, Thomas J. Watson.”
    Décadas antes, Watson era apenas um charreteiro que vendia pianos e máquinas de costura no interior rural de Nova York. Disso, passou a gerenciar uma potência multinacional e ao invés de lidar com fazendeiros, passou a lidar com governos, territórios e continentes pela CTR.
    Watson era o verdadeiro vendedor. Em 1895, aos 21 anos, foi trabalhar na Nacional Cash Register, NCR (apelidada The Cash) de Patterson, que vendia caixas registradoras para saloons, e em pouco tempo dominou todo o território. Em uma série de trapaças e esquemas, eliminou todos os concorrentes e junto a Patterson, abriu empresas de fachada só para aniquilar a concorrência. Juntos, foram expandindo o negócio com objetivo de dominar o mercado de caixas registradoras do país inteiro, e conseguiram.
    Do livro: “Os vendedores da NCR vestiam ternos pretos… As táticas de guerra da NCR não tinham limites. Subornos, máquinas mais simples a preços predatórios, ameaças de ação judicial e até mesmo quebra de vitrines de lojas concorrentes eram práticas aceitas.”
    Tudo que Watson aprendeu sobre negócios “de verdade” foi com Patterson. Depois de dezessete anos juntos, Patterson se sentiu ameaçado e acabou demitindo Watson da NCR. Indignado, Watson dizia publicamente que iria criar uma empresa maior que a de John Patterson. A NCR era uma das maiores potências dos Estados Unidos, e era bem difícil criar uma empresa maior que ela. Então, Watson procurou Charles Flint, que o tornaria global pela CTR.
    Negociaram salário e comissão, Watson teve de convencer o conselho da empresa a contratá-lo, pois ele tinha uma ação pendente na justiça e isso poderia comprometer a empresa. No dia primeiro de maio de 1914 ele começou a trabalhar na CTR. A empresa de Hollerith, agora empresa de Flint, nunca mais seria a mesma. Em breve se tornaria a empresa de Watson.
    Watson era bom no que fazia. Sabia motivar as pessoas para a consecução de grandes resultados, diferente de Patterson que simplesmente as forçava.
    Logo nos primeiros meses, usou várias táticas que havia aprendido na NCR e começou a mudar a CTR. Os vendedores passaram a usar ternos pretos, placas com a palavra “Think” foram colocadas por toda a empresa, etc.
    Ele sabia fazer com que os funcionários passassem a participar, ao invés de ter medo da própria empresa. Um deles era o próprio Hollerith, que embora não estivesse no comando, era consultor da CTR e divergia da opinião de Watson em vários assuntos comerciais e técnicos.
    Em 1922 Patterson morreu, e também Fairchild – executivo da CTR. Sem o concorrente e o principal executivo da própria empresa, a CTR passou a ter a cara de Watson. Ele já era tão focalizado pelos jornais quanto a própria empresa, e Hollerith se afastou do conselho por problemas de saúde.
    Para Watson, “CTR” nada dizia sobra a empresa. As máquinas que a empresa produzia eram de vital importância em diversos negócios no mundo, e então um dos funcionários sugeriu um novo nome no boletim informativo: International Business Machines. Watson percebeu que aquele era o caminho, e não apenas um nome citado no boletim. Logo, rebatizou a empresa.
    Daí, a história se desenrola por várias e várias outras páginas do Capítulo 2 do livro. Vale a pena ler.

    • Puxa Alex, obrigado por dedicar parte do seu tempo e nos trazer essa excelente colaboração, acredito que todos ficarão ansiosos para ler o referido livro.
      Eu acho demais todas essas historias por trás de grandes feitos e de grandes empresas, são instrutivas e motivadoras.
      Mais uma vez obrigado e grande abraço.

      PS. Eu tirei esse trecho de um livro muito legal. Introdução Ilustrada À Computação (Larry Gonick)

  2. Pingback: a história da ibm « coisas lunix

  3. eu ñ gostei nada
    eu queria quem é o dona da empresa ibm
    ai vem essas coisas que ñ presta poxa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. Carol, não se deve desprezar a verdadeira história, a não ser que queira viver num mundo de faz de conta.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s